BBP6w4iOs acessórios são parte fundamental do look e, por isso, é legal ficarmos de olho no que está por vir. As tendências de acessórios costumam durar mais de uma temporada e, então, vale a pena fazer um investimento mais pensado quando o assunto é uma compra de acessório. Já vimos por aqui que as botas em estilo western estão em alta, além das bolsas artesanais, especialmente as feitas em palha e crochê. Além disso, estamos vendo, sobretudo nas passarelas internacionais, o retorno dos modelos gigantes às tendências depois de muito tempo de ostracismo.

Acessórios que vão estar em alta nas próximas temporadas
Nas semanas de moda nacionais, o São Paulo Fashion Week, que terminou na última sexta-feira (26) e o Minas Trend, que vai até esta quinta-feira (1 de novembro), novas tendências estão surgindo para a próxima temporada, e outras persistem já há algumas estações, como é o caso da flatform, por exemplo. Já os oxfords, que andavam perdendo espaço no circuito fashion, voltam a aparecer reforçando uma moda sem gênero. Outras tendências resistentes são as mules, chiques e práticas especialmente para o verão, e as pochetes. Inicialmente polêmicas, as bolsas de usar na cintura ganham cada vez mais adeptos e modelos diferentes, como mostrou a Água de Côco com sua pochete transparente. Outro item que ainda ganha fôlego para mais temporada são as argolas. O modelo de brincos veio complementando os looks da PatBo, por exemplo, e ganharam destaque nas produções. Confira na nossa galeria o que vem por aí quando o assunto é o arremate do look.

Sustentabilidade e política no SPFW
O projeto Top 5, uma parceria do São Paulo Fashion Week com o Sebrae, leva novos talentos de todos os cantos do país para a maior semana de moda do país e tem foco em uma cadeia produtiva sustentável para pensar o futuro da moda. Nesta edição a mineira LED, do designer Célio Dias, se destacou pela proposta sem gênero e sustentável que sua grife propõe. “O desfile trouxe o nordeste como inspiração e teve o objetivo de falar de representatividade e desmistificar a figura do ‘cabra macho'”, conta Célio. A marca, que nasceu sem gênero (“um assunto já ultrapassado”, acredita Célio) trabalha com cores vibrantes desde o início e, segundo Célio, busca traçar um mix de tecnologia com artesanato, sobretudo com o crochê. “Entendo que consegui dar uma cara contemporânea para esse trabalho que, muitas vezes, é considerado vintage. Célio, que se destacou na semana de moda também por usar uma t-shirt com o dizer “Ele não” para sua entrada final na passarela, conta que o posicionamento “em prol da humanidade e da empatia”, está no DNA da marca que consegue crescer levantando essa bandeira. “Não é simplesmente uma questão política, mas humana”, diz. Em alta nesta temporada, o crochê também apareceu na coleção da designer Karine Fouvry, que apostou em um desfile todo artesanal com looks em off white que remetem, também, ao nordeste e, sobretudo, à contribuição africana na cultura nordestina.

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