BBPwZB3Giovanna Antonelli, aos 42 anos de idade, tem uma relação saudável com a beleza e a boa forma: a atriz, que posou com o corpo colorido para ensaio em prol do Outubro Rosa, falou sobre os cuidados com a silhueta e saúde em entrevista a revista “Women’s Health”. Mãe das gêmeas Antonia e Sofia, de 8 anos recém-completados em outubro, e de Pietro, de 13, ela prioriza o bem-estar em sua alimentação. “Sei fazer a minha dieta sem sofrer. Sei o que faz bem para o meu corpo. Sei o que digere bem e o que não. Aprendi muito a ouvir meu corpo”, disse.

‘Minha dermatologista quer furar, eu deixo’, diz Giovanna
No ar como Luzia em “Segundo Sol”, trama que chega ao fim nesta sexta-feira (09), a artista se afirma antenada com o novo quando o assunto é estética. “Adoro tecnologia. Tudo o que a minha dermatologista quer usar, furar, fazer, eu deixo porque ela é muito boa. Ela é empenhada em manter tudo muito natural. Faço procedimentos há 20 anos”, afirmou. Adepta da meditação transcendental, ela vê a prática como essencial em sua rotina. “Faço 15 minutos pela manhã e outros 15 à tarde. Se medito só de manhã parece que tomei apenas a metade do remédio, sabe?”, diz Antonelli, que tem uma regra fundamental na vida: “Acho que só pode estar do nosso lado quem vale a pena. Senão a gente gasta tempo e energia. Precisamos eliminar da nossa vida o que nos faz desperdiçar tempo e energia, que não vale a pena. Foi uma meta minha de 2017 para 2018. E este ano foi muito assim.”

Atriz fala sobre protagonista: ‘Adoro personagens justiceiras’
Em entrevista anterior ao Purepeople, a global falou sobre a trajetória da protagonista na trama das nove. “Adoro fazer personagens justiceiras. Isso é com o João Emanuel. Ele que escreve, que manda, que ganha pra isso. Eu só represento. Topo qualquer coisa. Se mandar botar um abacaxi na cabeça e entrar no túmulo, eu vou feliz”. Ela ainda refletiu sobre as mudanças trazidas pelos diversos conflitos sofridos pela DJ. “Não penso nada, eu só interpreto. Todo mundo tem vários lados. O ser humano e elástico. Se não for, não sobrevive. A gente está sempre em movimento, mudando”, ponderou.

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