Não é preciso ser um especialista para saber que barulho incomoda, embora ele seja fruto de uma avaliação pessoal: pode ser indesejado para uma pessoa, mas talvez não seja ser para outra. O barulho é relativo, mas a intensidade e o tempo em que ficamos expostos a ele podem causar desde desconfortos sensoriais até danos auditivos irreversíveis.

A física define ‘som’ como a onda resultante da vibração das moléculas do meio em que ela se propaga – o ar, por exemplo. O nosso ouvido é sensível a estas vibrações em uma gama específica de frequências (sons graves e agudos) e intensidades (fortes e fracos), formando o chamado campo auditivo humano.

Existem sons que não podemos ouvir por conta da baixa ou alta frequência das ondas sonoras, ou seja, de acordo com o número de oscilações (medidas em Hertz, Hz) delas por um período de tempo. A gama perceptível ao ouvido humano é entre 20 e 20.000 Hz, sendo infrassons os que estão abaixo disto e ultrassons os que estão acima.

O ouvido também é sensível à intensidade do som, cuja medida é feita em decibéis (dB). Considerando uma frequência de 1000 Hz, sua intensidade deve estar compreendida numa gama de 0 a 120 dB. Acima de 120 dB, o som é extremamente nocivo a ponto de danificar completamente nosso sistema auditivo, inclusive rompendo a membrana que conhecemos como tímpano.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o nível de ruído recomendável para a audição é de até 50 dB. À primeira vista, pode parecer muito. Mas o dia-a-dia mostra que estamos sujeitos a uma variedade de sons bem acima desta intensidade.

Um lugar aparentemente silencioso pode na verdade ter sons de 30 dB. Um escritório pode gerar algo em torno de 60 dB, enquanto uma rua com trânsito intenso pode facilmente chegar a 90 dB. Um avião a jato decolando pode superar os 120 dB.

A exposição frequente a estes ruídos exige cuidados mesmo quando dentro do espectro aceitável, inclusive por força de normas e legislações. Cuidar da nossa audição começa pelos nossos pés, pois o piso pode ser um dos grandes vilões aos ouvidos.

Seja em casa ou no trabalho, são frequentes as queixas por conta do som causado pelos passos. Devido às características como a rigidez, existem pisos que propagam o som do caminhar com mais facilidade do que outros, gerando o indesejado ‘toque-toque’. O vinílico, por exemplo, possui acústica superior a outros pisos como o cerâmico ou o laminado.

Líder mundial em vinílicos, a Tarkett oferece nas linhas residenciais com absorção do som ao impacto de 4 dB. Outra opção é a aplicação de vinílicos em mantas, cuja absorção é ainda melhor, variando em opções de 8 a 19 dB. A marca as divide em versões residenciais e comerciais.

Mantas residenciais da coleção Wood, da linha Imagine® da Tarkett

Por conta do fluxo de pessoas, ligações e reuniões, os escritórios exigem soluções ainda mais complexas para diminuir os ruídos. O contato prolongado com este nível de ruído gera, no longo prazo, prejuízo à saúde das pessoas, aumentando os níveis de estresse e diminuindo os de concentração. Para tal, a marca disponibiliza carpetes capazes de capturar até 25 dB do som causado pelo impacto dos calçados.

Carpetes da linha Desso, distribuída pela Tarkett

Sobre a Tarkett

Com 135 anos de história, a Tarkett é líder mundial em soluções inovadoras para pisos e superfícies desportivas, com vendas líquidas de mais de € 2,8 bilhões em 2018. Oferecendo uma ampla gama de produtos, incluindo vinílico, linóleo, carpetes, borracha, madeira, laminados, grama sintética e pistas de corrida, o Grupo atende a clientes em mais de 100 países em todo o mundo. Com 13.000 colaboradores e 36 unidades industriais, a Tarkett vende diariamente 1.3 milhões de metros quadrados de pisos para hospitais, escolas, residências, hotéis, escritórios, lojas e campos desportivos. Empenhado em fazer o que é certo, o Grupo implementou uma estratégia de ecoinovação baseada nos princípios Cradle to Cradle® e promove a economia circular, com o objetivo de contribuir para a saúde e o bem-estar das pessoas e preservar o capital natural. A Tarkett está cotada na Euronext Paris (compartimento A, ISIN: FR0004188670, ticker TKTT) e está incluída nos seguintes índices: SBF 120, CAC Mid 60.

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