Final de ano vem aí e cenas de espumantes sobrando na porta da geladeira ou garrafas de vinhos inacabadas são bem comuns. Qual vai ser sua solução? Colocar uma colher de chá de metal na boca do gargalo? Colocar a rolha invertida? Pode deixar esses truques caseiros para trás, a Sonoma, e-commerce de vinhos premium, separou algumas dicas que realmente preservam a bebida.

De forma geral, o vinho depois de aberto deve ser consumido imediatamente: vinho depois de alguns dias aberto estraga – ainda mais se não for conservado de maneira adequada, como o famoso hábito de usar a mesma rolha de maneira invertida.

A média de validade é de três dias na geladeira – exposição solar e temperatura elevada fazem com o vinho estrague ainda mais rápido. O fato se deve porque vinho também é vivo: cheio de componentes orgânicos, os efeitos do oxigênio são essenciais para seu amadurecimento – uma vez em contato com o componente, fará com que ele eventualmente envelheça e morra.

Confira algumas dicas para ajudar você a preservar seu vinho corretamente:

1- Bomba à vácuo e rolhas de borracha
Para os fãs de vinho, a bomba à vácuo e as rolhas de borracha são essenciais. As rolhas de borracha são perfuradas e, ao inserir na garrafa, é só bombear o ar, deixando um vácuo entre o vinho e a rolha.

O efeito é imediato: em pleno verão um vinho após aberto não dura mais que dois ou três dias. Com o uso da bomba, o vinho consegue ser preservado em até uma semana. A Sonoma oferece a bomba à vácuo com uma rolha de borracha por R$49,90.
2- Tampas para espumantes
Cansado de abrir um espumante e ter que tomar a garrafa toda imediatamente por conta da gaseificação? Pode deixar de lado o velho truque da colherzinha de chá de metal. As tampas para espumantes são a nova moda – além de básicas, também são baratas e funcionam.

O espumante perde seu gás carbônico rapidamente – cerca de quatro a oito horas após aberto. Com a tampa, o espumante pode ser conservado na geladeira sem perder sua essência até dois dias. Compre no site da Sonoma por R$19,90.
3- Coravin
O Coravin chegou ao Brasil há pouco tempo, pode ser encontrado em lojas especializadas e já é uma das maiores inovações na indústria de vinhos.

Funciona da seguinte maneira: uma agulha muito fina perfura a cortiça sem deixar danos na rolha e acessa o vinho; durante a extração da bebida pelo aparelho, o gás argônio (um gás inerte usado no processo de vinificação) é liberado para proteger o vinho da oxidação; depois que a agulha é retirada, a rolha se fecha novamente, permitindo que a pessoa consuma apenas uma taça e guarde o restante para um momento futuro.

Não é um objeto barato (sai em torno de R$1.600,00), mas para quem realmente leva a sério a degustação de vinhos, vale a pena ter. Segundo o site da empresa, é possível experimentar um vinho de guarda para entender como está e deixar o resto na garrafa por meses – ou até anos – sem estragar.
Dicas extras:
– Vinhos tintos de coloração mais leves – como nebbiolo, sangiovese, pinot noir e barbera – são mais delicados, e, por isso, devem ter uma atenção redobrada na hora de conservar.
– O pinot noir é um dos vinhos mais sensíveis ao oxigênio: após abrir não deixe o vinho deitado, pois aumenta área de superfície exposta ao oxigênio.
– Vinhos mais velhos são mais difíceis de conservar – é abrir e tomar.
Sobre a Sonoma
A Sonoma nasceu com o objetivo de ser a principal opção em e-commerce do Brasil para consumidores já iniciados no mundo do vinho. Especialistas da empresa visitam todos os anos vinícolas nos principais países viticultores e contam com parcerias exclusivas com 200 dos melhores vinícolas do mundo, inclusive no Brasil, além de manterem parceria com uma rede de dezenas de importadoras nacionais.

Alguns dos vinhos que estão no portfólio da Sonoma são os franceses dos produtores Domaine Chassagne-Montrachet e Colovray et Terroir da Borgonha, Château Fleur Cardinale e Château Pierre 1er de Saint Émilion, e Domain Frey-Sohler de Alsace; os italianos Barolo Tenuta Cucco e Barolo Viberti, Brunello di Montalcino Collosorbo e Brunello di Montalcino Baricci; além dos espanhóis Ritme Celler Priorato Negre, Lagar de Costa Albariño e os argentinos Aguijón de Abeja e Hector Durigutti pela Família Durigutti.

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