Simaria surpreendeu os seguidores ao compartilhar uma foto em que aparece usando maiô vermelho e óculos de sol em seu quarto neste sábado (15). “Dia se sol em São Paulo, quem aí já está na sofrência?”, perguntou a artista no Instagram. Adepta de produções caprichadas e cheias de estilo, Simaria recebeu uma chuva de elogios na web, inclusive de famosos, como Ivete Sangalo. “Eita, que moranguinho”, brincou a baiana. “Maravilhosa”, falou Andressa Suita, mulher do sertanejo Gusttavo Lima. “Gatona”, disse Mara Maravilha. Na última semana, Simaria e a irmã, Simone, lançaram o single “Amoreco”, faixa divulgada do novo repertório do DVD “Bar das Coleguinhas 2”, que foi gravado em São Paulo.

CANTORA RELEMBRA INFÂNCIA HUMILDE COM IRMÃ
Superação e força de vontade resumem a história de Simone e Simaria! Em recente entrevista, as irmãs se emocionaram ao relembrarem parte da infância. “A gente nasceu em uma família muito pobre. Meu pai tinha o sonho de dar uma vida melhor para nossa família e foi para o Mato Grosso, onde tinha um garimpo. Na cabeça dele, ele achava que ia encontrar uma pedra de diamante… Era um sofrimento porque passávamos seis dias de ônibus, era muito longe”, relatou Simaria, que não conteve as lagrimas ao falar da morte de seu Antônio: “Era o pai mais incrível do mundo e a gente perdeu… Eu sofri muito quando ele morreu”.

IRMÃS RELATAM COMEÇO DA CARREIRA NA MÚSICA NO INTERIOR DA BA
Casada há 7 anos com o empresário Kaká Diniz, Simone descreveu as dificuldades do começo da carreira. “Moramos em barraco de tábua, barraco de lona… A chuva levava tudo e minha mãe chorava… Ela tinha que lavar roupa para ajudar o meu pai a colocar comida dentro de casa”, lembrou a mãe do pequeno Henry, de 5 anos, comparado ao pai em clique na web. Durante parte da infância, Simone morou com a avó e irmã. “Minha mãe não tinha condições de criar a gente e foi trabalhar em São Paulo. Ficamos longe durante dois anos e foi difícil”, explicou.

DUPLA REVELA QUE GANHA R$ 30 REAIS POR SEMANA
Antes da fama, as “coleguinhas” batalharam muito. “Não foi nada fácil e eu cantava em uma banda, ganhava R$30 por semana. Quando o Frank Aguiar me viu cantando, me chamou para a banda dele e mudamos para São Bernardo (interior de São Paulo). Foi aí que tudo melhorou”, comentou Simaria, cujo sonho era completar o segundo grau no colégio: “Eu queria ter muito o segundo grau completo, porque se não desse certo na música podia seguir em qualquer outra coisa. Eu fazia quatro shows por noite e chegava de manhã na escola… Desmaiei três vezes porque perdia muitas noites de sono. As professoras ficavam com dó de mim e me mandavam dormir. Tinha que repor as aulas de tarde. Momentos muito duro, mas eu não queria abrir mão daquilo”.

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